quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Escolho ou não escolho?

As escolhas são para algumas pessoas, a pior parte do dia. Pode ser a escolha que se faz entre a casquinha de baunilha ou a de chocolate, embaixo do sol escaldante do Centro do Rio, ou então sobre qual carreira escolher na hora do vestibular (ainda bem que já passei por isso faz tempo). Há também aquelas que felizmente muitos de nós nunca passaram, como a de escolher entre almoço e janta, estudo ou arrimo de família. Felizmente que fazer escolhas entre coisas um pouco mais efêmeras e algumas vezes até fúteis – uma vez que somos todos humanos e estamos imersos nessa realidade – nada comparadas com o que algumas gentes mais sofridas são obrigadas a passar.
Entretanto, o que realmente marca numa ocasião dessa é o aprendizado que se pode retirar dela. Contrariando algumas correntes de pensamento, podem não ser os fins, que por justificarem os meios, sejam os mais importantes. Os meios, por trazerem a escolha, a dúvida, o labor, estes podem ser os que provêem os verdadeiros frutos da sabedoria. Não reclamar eternamente das dificuldades que se passa é um passo para a sabedoria. Outro é aprender com o que se passou.

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